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Balança comercial da região tem saldo negativo de US$ 6,11 bi
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Balança comercial da região tem saldo negativo de US$ 6,11 bi

A balança comercial regional no acumulado de janeiro a outubro de 2020 registrou saldo negativo de US$ 6,11 bilhões 7,3% menor que no mesmo período de 2019. A informação foi repassada pela regional de Campinas do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).

O diretor do Departamento de Comércio Exterior da entidade, Anselmo Riso, mesmo com esses números em 2020, já previstos anteriormente em razão da pandemia, a expectativa de retomada para 2021, em função do potencial do comércio exterior da região de Campinas, pode ser considerada positiva.


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"Acreditamos que em 2021, os negócios mais atrativos devem ser os de setores ligados à tecnologia", acrescentou.

INVESTIMENTOS

O vice-diretor do Ciesp-Campinas, José Henrique Toledo Corrêa, destacou as expectativas positivas da indústria regional para 2021 57,14% das empresas afirmaram que irão manter os investimentos planejados e 14,29% irão aumentar esses investimentos no próximo ano.

Em relação ao volume de negócios em 2021, avaliação do diretor também é positiva 33,33% dos respondentes afirmaram que vão manter o mesmo nível de 2020 e 61,9% das empresas preveem aumento no próximo ano.

OUTROS DADOS

O nível de endividamento diminuiu para 33,34% das empresas em outubro e novembro e para 61,9% permaneceu estável nesse mesmo período. Outro dado positivo destacado por José Henrique se refere à capacidade instalada da indústria regional. Para 71,43% dessas empresas, a capacidade instalada está entre 70,1% e 100%.

Com relação à falta e aumento de matérias-primas especificamente papel-papelão, chapas metálicas e resinas plásticas, apontadas pelo Ciesp-Campinas, nas últimas duas apresentações de pesquisas, a entidade avalia que a preocupação permanece. Na Sondagem, 76,19% das empresas confirmaram aumento nos custos de matérias-primas, componentes ou peças.

Já os custos com energia, água e transporte aumentaram para 61,9% das empresas no período outubro-novembro. "Pela avaliação que temos, esse problema de entrega de matérias-primas deve se resolver no início do próximo ano", acrescentou o vice-diretor do Ciesp-Campinas.

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