AME abre cinco leitos de UTI-Covid neste sábado em Campinas
Reprodução: ACidade ON
AME abre cinco leitos de UTI-Covid neste sábado em Campinas

O AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Campinas abre neste sábado (27) cinco leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para atendimento covid-19.

Os leitos serão os primeiros de UTI desde que a estrutura voltou a ser exclusiva para covid-19, na quinta-feira (25). Na reabertura, foram disponibilizados cinco leitos de enfermaria- todos já estão preenchidos. No ano passado, o hospital também funcionou por cinco meses recebendo pacientes contaminados. 

A promessa do Estado é de 25 leitos de UTI na unidade, que recebe pacientes de Campinas e de toda a região. 

Segundo a Secretaria de Saúde, os cinco leitos abertos hoje já estão aptos para receber pacientes. Os atendimentos são organizados pela Cross (Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde), sendo que a unidade não recebe demandas espontâneas. 

A previsão é que os outros 20 leitos de UTI sejam abertos durante a próxima semana. Durante o período que funcionará como hospital de campanha, o AME suspendeu provisoriamente o atendimento de 16 áreas médicas. 

MOMENTO NECESSÁRIO

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A abertura de leitos vem para ajudar no momento mais crítico da pandemia. Ontem (26) Campinas atingiu a pior taxa de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) exclusivos para pacientes com covid-19 nas redes pública e particular desde o início da pandemia. Não há mais nenhum leito disponível na rede pública. A piora veio no dia que o município abriu mais 18 leitos para tentar conter a demanda. 

Segundo o balanço de ontem, 193 pacientes estão na lista de espera por um leito. Deste total, segundo a Saúde, 108 aguardam na lista de espera por uma vaga na UTI-Covid. Outras 85 pessoas precisam de uma vaga em leitos de enfermaria. 

PEDIDO POR MAIS LEITOS

Durante reunião dos prefeitos da RMC (Região Metropolitana de Campinas) foi protocolado um ofício para o governo estadual pedindo por mais 40 leitos de enfermaria para o AME. Os prefeitos também pediram a abertura de mais hospitais de campanha para a região metropolitana, alegando a pressão geral nos hospitais da região.

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