Paulínia confirma falta de medicamentos para intubação
Reprodução: ACidade ON
Paulínia confirma falta de medicamentos para intubação

A Secretaria de Saúde de Paulínia confirmou na manhã desta segunda-feira (31) que a cidade enfrenta a falta de medicamentos para intubação. Em nota, a Prefeitura citou a falta de fentanila e midazolam. Ambos são usados durante a sequência de intubação.

Em nota, a Saúde afirma que nenhum paciente que necessitou passar pelo procedimento deixou de ser medicado, "pois o corpo clínico do Hospital Municipal está usando outras drogas para intubação". O comunicado diz ainda que toda a administração está empenhada em resolver o mais breve possível este problema.

EM BUSCA


Segundo a Prefeitura, o medicamento fentanila já foi comprado pela Administração Municipal, porém o fornecedor ainda não entregou o mesmo. Já o midazolam a Saúde afirma que houve diversas tentativas de compra, porém não apareceram empresas interessadas em vender ao município. Seguindo o fluxo legal, a cidade já iniciou o processo de compra direto dos fornecedores ou distribuidores.

SUBSTITUIÇÃO

Segundo a Saúde, todos os hospitais atualmente estão trabalhando com protocolos opcionais, por conta do desabastecimento global de insumos para a produção dos medicamentos em discussão.

De acordo com a pasta, existem protocolos de substituição de drogas sedo-analgésicas em prática no hospital, dos quais constam: diazepan, tramadol, dipirona e morfina.  

Sobre a morfina, a Prefeitura diz que já efetuou uma compra emergencial de 900 unidades de morfina injetável, que serão entregues em 3 lotes semanais de 300 unidades, iniciando as entregas nesta semana.

"As opções que temos atualmente são administradas em horários específicos, não sendo possível a infusão contínua, o que exige manejo individualizado a cada paciente, visto que, por razões estruturais ou de doenças de base, alguns não respondem tão bem a sedação. Entretanto, é possível se garantir conforto com a combinação dos medicamentos descritos, além da avaliação de reforço das doses, dentro do limite máximo por dia de cada uma", disse a Saúde.

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