Campinas confirma 3ª morte por febre maculosa
Reprodução: ACidade ON
Campinas confirma 3ª morte por febre maculosa

A secretaria de Saúde de Campinas confirmou nesta sexta-feira (3) a terceira morte por febre maculosa na cidade. A vítima, é um homem de 21 anos.

Um adolescente de 13 anos e um homem de 58 anos também já foram a óbito na cidade após a a infecção por carrapato estrela ou micuim.  A Pasta faz alerta, citando que os sintomas podem ser confundidos com o da covid-19 (leia mais abaixo). 

Segundo a Saúde, o primeiro óbito foi de um técnico agrícola de 58 anos. O profissional circulava em muitos lugares por conta da profissão, mas o último local onde esteve foi no distrito de Sousas, região com grande área rural em Campinas.  

O adolescente teve como provável local de infecção o bairro Vista Alegre região onde morava. Já a última vítima teve como possível local de infecção o bairro Boa Esperança.

A febre maculosa é transmitida pelo carrapato-estrela, que geralmente se hospeda em capivaras. Os carrapatos são encontrados em áreas de parques com grama e lagos, por exemplo . Em 2020, foram sete casos da doença, sendo que cinco pessoas acabaram morrendo devido a gravidade.  

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SINTOMAS 

Entre os sintomas da febre maculosa, estão incluídos febre, dor de cabeça, náusea diarreia e manchas vermelhas, fazendo com que seja fácil confundir a infecção com outras doenças.

RECOMENDAÇÕES

Após a visita a locais onde há presença de parques, é recomendado uma observação do corpo e das roupas, para verificar se há carrapatos.

Os sintomas podem aparecer em até 15 dias após a visita. De acordo com os especialistas, de cada 10 pessoas que pegam a doença, aproximadamente seis vão a óbito. A febre maculosa tem cura, mas o tratamento precisa começar antes mesmo da confirmação do diagnóstico

Caso a pessoa apresente algum dos sintomas e tenha ido recentemente a uma área de provável infecção, deve procurar uma unidade de saúde e informar a suspeita de ter tido contato com carrapato.



O QUE FAZ A PREFEITURA

Em nota, a secretaria de Saúde afirma que tem trabalho de monitoramento dos espaços públicos habitados por capivaras, para o controle de doenças.  

"O Departamento de Parques e Jardins faz manutenção das áreas de vegetação e mantém avisos sobre o assunto nesses locais, especialmente nos parques, para evitar a proliferação de carrapatos e informar a população", disse a prefeitura.

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