Número de mortes por câncer de próstata cresce 9% em Campinas
Reprodução: ACidade ON
Número de mortes por câncer de próstata cresce 9% em Campinas


O número de mortes por câncer de próstata em Campinas cresceu 9% em 2020, segundo dados do Devisa (Departamento de Vigilância em Saúde). A comparação é em relação ao ano anterior e foi divulgado por conta do Novembro Azul, mês dedicado à conscientização mundial da doença. 

O dado, o mais recente de Campinas, foi o terceiro maior dos últimos nove anos. Em 2020, foram 14,4 mortes por câncer de próstata a cada 100 mil homens. Já em 2019, o coeficiente foi de 13,2. O total de mortes por câncer de próstata saiu de 78 para 85.  

Conforme os dados do SIM (Sistema de Informação de Mortalidade) e do RCBP (Registro de Câncer de Base Populacional) de Campinas, o ano de 2018 teve a maior mortalidade desde 2012. Foram 15 mortes a cada 100 mil, com 87 no total absoluto. 

Neste mês, o município prepara as ações para o Novembro Azul. A programação, de acordo com a Prefeitura, começa na segunda-feira (8). Os detalhes ainda não foram divulgados. 

Veja a tabela abaixo: 

- 2012: 77 mortes/ 14,5 a cada 100 mil 

- 2013: 70 mortes/ 13,0 a cada 100 mil 

- 2014: 72 mortes/ 13,3 a cada 100 mil 

- 2015: 73 mortes/ 13,3 a cada 100 mil 

- 2016: 74 mortes/ 13,1 a cada 100 mil 

- 2017: 74 mortes/ 12,9 a cada 100 mil 

- 2018: 87 mortes/ 15,0 a cada 100 mil 

- 2019: 78 mortes/ 13,2 a cada 100 mil 

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- 2020: 85 mortes/ 14,4 a cada 100 mil 

INCIDÊNCIA DE CASOS 

O Devisa também divulgou os dados mais recentes de confirmações da doença em Campinas. O balanço foi feito até 2016, quando foram realizados 523 diagnósticos de câncer de próstata no município. O número representa 81,6 casos a cada 100 mil homens.  

O índice foi o segundo menor em sete anos. Neste período, 2011 teve o maior número de casos, 601, e o maior coeficiente de incidência, com 110,3. Em seguida, aparecem 2012, com 558 e 99,8, e 2010, que registrou 513 óbitos no total e 96,4 a cada 100 mil.  

Veja a tabela:

- 2010: 513 casos/ 96,4 a cada 100 mil 

- 2011: 601 casos/ 110,3 a cada 100 mil 

- 2012: 558 casos/ 99,8 a cada 100 mil 

- 2013: 513 casos/ 86,9 a cada 100 mil 

- 2014: 456 casos/ 74,8 a cada 100 mil 

- 2015: 540 casos/ 84,2 a cada 100 mil 

- 2016: 523 casos/ 81,6 a cada 100 mil
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