Casa em Caraguatatuba onde homens foram mortos.
Reprodução/EPTV Campinas
Casa em Caraguatatuba onde homens foram mortos.


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O júri de sete policiais acusados de matar sequestradores suspeitos de participação na morte do prefeito de Campinas, Antônio da Costa Santos (PT), o Toninho, em 2001, deve ser retomado nesta terça-feira (15).

A sessão, que foi iniciada às 14h15, no Fórum Criminal Ministro Mario Guimarães da Barra Funda, em São Paulo, foi encerrada pouco depois das 21h. Sete testemunhas foram ouvidas e as demais foram dispensadas. Um dos réus também foi interrogado.

De acordo com o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, foram sorteados quatro homens e três mulheres para compor o Conselho de Sentença. Nesta terça, a sessão retornará às 10h, com os demais interrogatórios e os debates.  

"A sentença pode ser proferida amanhã mesmo ou na quarta-feira", disse o TJ.

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O CASO

O caso ocorreu em outubro de 2001 . Na época, os policiais trocaram tiros na noite do dia 2 com quatro homens na Praia Martim de Sá.

A investigação da época apontou que eles fariam parte de uma quadrilha de sequestro-relâmpago e dois seriam suspeitos de participar da morte de Toninho.



Por isso, a equipe foi até o litoral em busca da dupla. A família da vítima nega o envolvimento deles nos crimes. Segundo a Polícia Civil de Caraguatatuba, ao chegarem na casa onde os homens estavam, houve resistência e troca de tiros.

Na ação foram mortos Valmir Conti, Anderson José Bastos, Fábio Soares Menegrone e Alessandro Renato Pereira Carvalho.

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