Combustível: Procon de Campinas apura 15 denúncias de preço abusivo (foto ilustrativa)
Fernando Frazão/Agência Brasil
Combustível: Procon de Campinas apura 15 denúncias de preço abusivo (foto ilustrativa)


O Procon de Campinas recebeu 15 denúncias envolvendo preços considerados abusivos em postos de combustíveis da cidade desde o dia 11, primeiro dia do aumento no valor do litro da gasolina e do diesel no País. 

O levantamento, feito a pedido do acidade on Campinas, considera as reclamações feitas até o início da tarde desta segunda-feira (14) e inclui estabelecimentos diferentes que estariam cobrando acima do reajuste anunciado. 

De acordo com o Procon, a partir do recebimento das denúncias, os comerciantes serão questionados nos próximos dias e devem se manifestar explicando os motivos para terem adotado os valores flagrados pelos consumidores. O Procon não informou os valores cobrados pelos estabelecimentos que estão sendo investigados. 

"O procedimento consiste em: visita ao estabelecimento e notificação da empresa para apresentar esclarecimentos e documentos. Nenhuma dessas 15 são repetidas", informou o texto do órgão através da assessoria de imprensa. 

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O REAJUSTE

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O preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras subiu 18,8%. Com isso, o valor do litro passou de R$ 3,25 para R$ 3,86. 

Já o preço do diesel no País deve sair de R$ 3,61 pra R$ 4,51 por litro, ainda conforme a Petrobras. O reajuste é de 24,9%, o que representa R$ 0,90 a mais. 


CAUSA E EFEITO 

O aumento foi atribuído à cotação do barril de petróleo no mercado mundial após a invasão da Ucrânia pela Rússia. No dia 10, o valor do barril superou o patamar de US$ 115. Mas no começo da semana passada, quase chegou a US$ 140. 

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) diz que o repasse aos consumidores deve ser imediato, mas o valor final dos combustíveis na bomba depende ainda de impostos e também da margem de lucro dos distribuidores e revendedores.

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