Vista aérea da Av. Aquidaban em Campinas
Carlos Bassan - PMC
Vista aérea da Av. Aquidaban em Campinas

A cidade de Campinas, em São Paulo, voltou a aparecer em posição de destaque no cenário nacional quando o assunto é qualidade de vida. De acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta semana, a cidade ficou em segundo lugar  entre os municípios brasileiros com mais de 500 mil habitantes que não são capitais.

O resultado coloca Campinas à frente da média do país e reforça a percepção de crescimento em áreas ligadas ao bem-estar da população, acesso a serviços e geração de oportunidades. No ranking geral, que avaliou as 5.570 cidades brasileiras, o município aparece na 31ª colocação, mesma posição registrada no ano passado, mas com aumento na pontuação.

Em 2025, Campinas havia alcançado 68,74 pontos. Neste ano, chegou a 70,00, enquanto a média nacional ficou em 63,40.

Indicadores analisam rotina da população

Diferente de rankings baseados apenas na economia, o IPS mede fatores que impactam diretamente o dia a dia dos moradores. O estudo reúne 57 indicadores sociais e ambientais para entender como vivem as pessoas em cada cidade brasileira.

Entre os critérios avaliados estão acesso à saúde, educação, moradia, segurança, internet, inclusão social e oportunidades de desenvolvimento.

A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi, afirmou que o desempenho é resultado de investimentos e políticas públicas adotadas nos últimos anos.

Campinas mantém uma posição de destaque no cenário nacional e avança na pontuação, o que demonstra a melhoria dos indicadores de qualidade de vida. Esse resultado reflete investimentos em infraestrutura, a ampliação do acesso a serviços e a capacidade de gerar oportunidades, a partir de políticas públicas integradas. Adriana Flosi - secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação


Estudo reúne dados de órgãos nacionais

O levantamento é elaborado com base em informações públicas de instituições como IBGE, DataSUS, Inep, Anatel e Conselho Nacional de Justiça. A proposta do índice é mostrar como os municípios evoluem além dos números econômicos tradicionais.

Os indicadores são divididos em três grandes áreas: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades. A análise considera desde saneamento e alimentação até acesso ao ensino superior e direitos individuais.


O IPS Brasil é desenvolvido por organizações como Imazon, Fundação Avina, Amazônia 2030 e Social Progress Imperative, em parceria com centros de pesquisa e empreendedorismo social.

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