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Fiscalização de Carnaval dispersa 2 mil, encerra festas e multa nove estabelecimentos
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Fiscalização de Carnaval dispersa 2 mil, encerra festas e multa nove estabelecimentos

Uma força-tarefa de fiscalização contra aglomerações de Carnaval realizada na noite de ontem e na madrugada de hoje (13) dispersou mais de duas mil pessoas que participavam de festas clandestinas e pancadões em Campinas. 

Apesar do cancelamento do Carnaval neste ano por causa da pandemia de coronavirus, com a suspensão do ponto facultativo, a Prefeitura montou a ação para inibir festas clandestinas que gerem aglomerações de pessoas. 

A AÇÃO

Ao todo foram 17 ocorrências de descumprimento de medidas sanitárias e 11 de perturbação de sossego público. Nove multas foram aplicadas e cinco festas clandestinas foram encerradas. Houve ainda o registro de oito chamados para ocorrências de "pancadões". 

A ação teve apoio da Guarda Municipal, Policia Militar, Vigilância Sanitária, Defesa Civil, Seplurb (Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo) e Setec (Serviços Técnicos Gerais). 

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Segundo a Administração, como os próximos dias seriam considerados de "Carnaval", a finalidade é evitar o descumprimento das medidas sanitárias e aglomerações de pessoas. 

OCORRÊNCIAS

De acordo com o balanço, cerca de 1 mil pessoas participavam de uma festa no Jardim Rosália, na região da Vila Padre Anchieta. Outras 400 pessoas foram flagrada em uma festa no Jardim Campo Belo, na região do aeroporto de Viracopos. E por fim, outras 200 pessoas foram dispersadas de um evento na Vila Olímpia. 

Outras duas festas com cerca de 400 pessoas foram encerradas em chácaras, no Jardim Novo Sol. 


MAIS ATUAÇÕES 

Segundo a Prefeitura, foram feitas ainda 25 autuações de trânsito e 45 orientações em relação ao descumprimento do decreto de quarentena por diversas pessoas. 

De acordo com a Administração, a Guarda Municipal trabalha nestes dias com efetivo ampliado. Segundo a Prefeitura, a fiscalização é focada ainda em verificação em bares e restaurantes e eventos com aglomeração de pessoas, que não tenham alvará e não sigam as medidas da fase amarela do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena.

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