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Suspeito de matar esposa com marteladas se apresenta e é liberado
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Suspeito de matar esposa com marteladas se apresenta e é liberado

Um homem de 31 anos, suspeito de ter matado a esposa com golpes de martelo na cabeça neste final de semana em Sumaré , se apresentou à polícia, mas foi liberado em seguida. Ele estava foragido desde a sexta-feira (12), quando aconteceu o crime. 

A apresentação do suspeito foi confirmada nesta terça-feira (16) pela SSP (Secretaria de Segurança Pública). Segundo o órgão, o homem foi ouvido, mas foi liberado "por não estar em estado flagrancial". Ele deve responder o inquérito em liberdade.

O suspeito é até o momento o único indiciado pelo assassinato de Adriany Regina Gomes Pina, de 31 anos. O crime aconteceu na casa onde os dois moravam, na região da Chácara Veneza, na frente do filho de 9 anos. Após o crime, o homem confessou o assassinato em um áudio para o próprio pai (leia mais abaixo). 

De acordo com a SSP, o marido da vítima procurou a Delegacia de Defesa da Mulher de Sumaré na segunda-feira (15). O conteúdo do depoimento não foi divulgado, sendo que o órgão afirmou somente que "as diligências prosseguem para esclarecimento dos fatos e responsabilização da autoria". 

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O crime foi registrado como feminicídio e violência doméstica no Plantão Policial, e é investigado pela Polícia Civil. 


O CASO

Adriany Regina Gomes Pina trabalhava como empregada doméstica e foi encontrada morta na noite de sexta-feira (12) no quintal da própria casa, localizada na Rua Soraia Gonzales, no Jardim Manchester. Ela foi assassinada por golpes de martelada na cabeça, sendo que o marido é o principal suspeito do crime. 

Segundo o boletim de ocorrência, o assassinato ocorreu na frente do filho do casal de apenas 9 anos. Foi ele quem pediu ajuda após ver a mãe ferida. 

De acordo com a SSP, o irmão da vítima contou que estava próximo da casa quando ouviu uma discussão de Adriany com o cunhado. Em seguida, ele viu o homem fugindo do imóvel com uma moto. Segundo o boletim de ocorrência, o pai do suspeito confirmou ainda que o filho mandou mensagens de áudio confessando o crime. 

Esse foi o primeiro caso de feminicídio em Sumaré e na região de Campinas neste ano.

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