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Fase vermelha: 1º dia tem Centro movimentado
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Fase vermelha: 1º dia tem Centro movimentado

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Hoje (3) foi o primeiro dia de comércio fechado em Campinas por causa do retrocesso à fase vermelha do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena. Mesmo com as lojas fechadas, muita gente circulou pela Rua 13 de Maio, principal corredor de compras da região central. Ontem, a Prefeitura decidiu regredir o município de fase devido a pressão hospitalar por causa do aumento de casos e internações por covid-19. A medida segue até o dia 16.

Os lojistas classificados em setores não essenciais não podem trabalhar com atendimento ao cliente. Eles só podem funcionar com retirada e delivery, desde que as entregas das mercadorias sejam feitas sem que o consumidor saia do seu veículo.

Por conta disso, a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) disponibilizou vagas rápidas de drive-thru, na Rua Onze de Agosto, na região central, e no entorno da Lagoa do Taquaral, na Avenida Dr. Heitor Penteado, no Taquaral.

FASE VERMELHA

Na fase vermelha, apenas os serviços essenciais podem funcionar, como mercados, farmácias, padarias, açougues, postos de combustíveis, lavanderias, meios de transporte coletivo, transportadoras, oficinas de veículos, hotéis, pousadas e outros serviços de hotelaria e pet shops.

"Vivemos um momento de quase colapso na saúde da cidade. Não é uma decisão fácil, mas o poder público tem que agir quando é preciso, mesmo quando essas decisões são amargas", disse o prefeito Dário Saadi, durante transmissão pelas redes sociais ontem.



Hoje Campinas zerou o número de leitos de UTI-Covid na rede municipal e, segundo a secretaria de Saúde, já havia uma fila de espera para leitos covid e não covid.

"A ocupação de hoje é de 100%. Existe paciente em fila de espera nos prontos-socorros e nos hospitais, e principalmente nos grandes. Aumentou em mais de 20% as internações. A nítida sensação é que estamos enxugando gelo. Todos os indicadores indicam o caos, tanto para covid-19 como para não covid. Se houver necessidade, tanto para covid ou para não covid, teremos dificuldades", afirmou o secretário de Saúde de Campinas, Lair Zambon

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