Toque de recolher em Campinas: mercado e padaria fecham às 20h
Reprodução: ACidade ON
Toque de recolher em Campinas: mercado e padaria fecham às 20h

O toque de recolher com mais restrições de combate ao coronavírus começa a valer na noite desta quinta-feira (18) em Campinas. Por conta desse endurecimento, os comércios essenciais, que até então podiam funcionar livremente, terão que fechar as portas a partir das 20h.

O mesmo vai acontecer com o sistema de drive-thru que deve ser encerrado também nesse mesmo horário , mesmo pelo setor de alimentação. A medida é a última a ser tomada pela Prefeitura antes de ter que decretar um lockdown na cidade.

Mas a operação do comércio e setor de alimento por meio do delivery está liberada e sem restrições. A intenção da medida é reduzir a circulação de pessoas nas ruas. Também haverá blitz da polícia em bairros da cidade 

NOVA MEDIDA  

Até então, os serviços de alimentação e lojas de conveniência podiam atender o público sem restrição de horário, seguindo as medidas de segurança como o distanciamento social, uso de máscara de proteção e álcool em gel. Agora, por conta do acirramento da pandemia de covid e também a pressão na rede pública e municipal que atende a covid-19, a Prefeitura "apertou" a quarentena.

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OUTROS SERVIÇOS

Apesar do aperto das restrições nessas categorias a Prefeitura informou que os serviços de táxi e motoristas de aplicativo podem continuar funcionando de maneira irrestrita - todos mantendo as regras sanitárias de covid.

ABORDAGEM NA RUA

Sobre a abordagem de pessoas nas ruas durante o toque de recolher, a Prefeitura de Campinas pediu apoio ao CPI-2 (Comando de Policiamento do Interior). Com isso, a PM (Polícia Militar) fará uma fiscalização maior em parceria com a GM (Guarda Municipal).


Quem estiver fora de casa das 20h às 5h será questionado e deverá demonstrar o motivo pelo qual está circulando. A ideia é fazer uma ação preventiva em um primeiro momento, para orientar as pessoas na rua e evitar a circulação. Caso isso não funcione, a Administração pretende partir para medidas mais punitivas.

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