Prefeitos autorizam sistema de entregas rápidas nas cidades da RMC
Reprodução: ACidade ON
Prefeitos autorizam sistema de entregas rápidas nas cidades da RMC

Os prefeitos da RMC (Região Metropolitana de Campinas) decidiram nesta sexta-feira (9) liberar o uso do sistema "takeaway", ou entrega direta de produtos nos restaurantes e lojas do comércio .  

A decisão vale nas 20 cidades que compõem o bloco regional . A medida foi tomada por unanimidade, durante reunião virtual do Conselho, realizada nesta sexta.  

Desde o início de março, todas as cidades da região estão na fase vermelha, e desde o dia 15 na fase emergencial do Plano SP e seguem regras rígidas de restrições. O atendimento de clientes estava proibido presencialmente, mesmo que só para retirada no local. Hoje o governo estadual deve anunciar se prorroga ou não a fase emergencial .

Em Campinas, nesta semana o prefeito já havia liberado o sistema de drive-thru (com entrega em carros), sendo que até então apenas o delivery era autorizado na cidade. O prefeito também permitiu a retirada de alimentos pela parte externa. 

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A DECISÃO

Durante a reunião, os prefeitos relataram uma redução considerável nos números de casos e internações por Covid-19, com consequente diminuição da pressão sobre a ocupação de leitos, inclusive os de UTI . "Tivemos uma queda na fila de espera para UTI até maior que a nossa própria expectativa, com tendência de zerar", disse o prefeito de Campinas, Dário Saadi (Republicanos). 


O presidente do conselho e prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis, citou que a medida vem para tentar amenizar os prejuízos dos comerciantes. 

"O comércio tem sofrido muito durante esse período de maior restrição da pandemia, e ele não é o responsável pela maior disseminação do coronavírus, e sim as grandes aglomerações provocadas por festas clandestinas. Por isso, essa decisão dos prefeitos no Conselho da RMC é muito importante pra ajudar a reduzir o impacto financeiro para todo o comércio das cidades", explicou. 

Segundo Reis, os chefes do Executivo também cobraram do Estado uma distribuição mais equânime das doses de vacina aos municípios da região, que leve em conta o número de habitantes das cidades.

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