Valinhos confirma 1º caso da variante delta da covid-19
Reprodução: ACidade ON
Valinhos confirma 1º caso da variante delta da covid-19


A secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirmou na manhã desta sexta-feira (13) o primeiro caso da variante delta da covid-19 na região de Canoubas. Ela foi identificada em Valinhos. Em nota, a Prefeitura da cidade informou que foi comunicada sobre o caso da variante, e afirmou que a paciente está sendo monitorada.

Segundo a Prefeitura de Valinhos, a paciente é uma mulher de 37 anos, valinhense, que passou pela UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no dia 26 de julho, apresentando sintomas desde o dia 23 de julho. Entre as queixas, a paciente relatou alterações olfato e paladar, dor de garganta, coriza e dor de cabeça.

A confirmação do resultado positivo para a variante foi feita com a divulgação de um levantamento do Centro de Vigilância Epidemiológica, que aponta 228 casos da variante do Estado.

Entre os casos em São Paulo, 43 seriam autóctones (adquiridos na região), 10 casos são importados e 175 confirmações ainda estão em fase de investigação epidemiológica, entre eles o caso de Valinhos.

A delta, assim como a variantes alpha, beta e gamma, são classificadas como "variantes de atenção" pelas autoridades sanitárias devido à possibilidade de aumento de transmissibilidade ou gravidade da infecção. A variante foi detectada originalmente na Índia, mas já foi registrada em mais de 90 países.

MONITORAMENTO

Em nota, a Prefeitura de Valinhos disse que a paciente está sendo monitorada pela equipe da Vigilância Epidemiológica da cidade desde a confirmação positiva da covid.

"A Prefeitura de Valinhos tem adotado todas as ações necessárias ao enfrentamento da covid, sobretudo neste ano de 2021. Foi enfrentada a pior fase da pandemia na cidade, entre os meses de março e abril, com medidas até mais restritivas que o Estado e, na mesma medida, avançando o processo de vacinação", disse a secretaria de Saúde.


Segundo o Estado, a confirmação ocorre por meio de sequenciamento genético, um instrumento de vigilância, ou seja, de monitoramento do cenário epidemiológico, que não deve ser confundido com diagnóstico, este sim de caráter individual, portanto, "não é necessário, do ponto de vista técnico e científico, sequenciamentos individualizados, uma vez confirmada a circulação local da variante". 

"As medidas já conhecidas pela população seguem cruciais para combater a pandemia do coronavírus: uso de máscara, que é obrigatório em SP, higienização das mãos (com água e sabão ou álcool em gel), distanciamento social e a vacinação contra a covid", disse a secretaria estadual em nota.

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