Afastamentos por doenças respiratórias reduzem cirurgias eletivas.
Carlos Bassan/PMC
Afastamentos por doenças respiratórias reduzem cirurgias eletivas.


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O número crescente de afastamentos de profissionais de saúde com Covid-19, ou doenças respiratórias na Rede Mário Gatti, em Campinas, reduziu a realização de cirurgias eletivas. Somente os procedimentos de emergência e oncológicos inadiáveis estão mantidos.

A informação foi confirmada pela pasta de Saúde nesta sexta-feira (14), em meio ao aumento de casos confirmados e suspeitos da gripe e da doença causada pelo coronavírus. A situação obrigou o município a contratar mais equipes para o atendimento.

Atualmente, 60 profissionais da rede estão afastados. O total corresponde a 5% da força de trabalho existente nos hospitais municipais Mário Gatti e Ouro Verde, no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e nas UPAs (unidades de pronto atendimento).

Considerando os trabalhadores da rede e das demais unidades de saúde da cidade, ainda segundo a secretaria, são 350 profissionais afastados. Somente nos primeiros dias do ano, o total de afastamentos aumentou de 129 no dia 4 de janeiro para 300 no dia 10.



OUTROS REFLEXOS

Também por culpa da alta incidência de sintomas respiratórios no local, a visita aos pacientes da ala de neurocirurgia do Hospital Dr. Mário Gatti, em Campinas, foi suspensa. A medida passou a valer nesta sexta (14). O anúncio foi feito no final da tarde de quinta (13).

Com isso, o boletim médico passou a ser presencial e realizado pelo médico assistente do paciente na sala de espera da visita, de segunda a sexta-feira, das 10h às 10h15, segundo o hospital. Enquanto isso, os resultados de testes feitos no local devem ser divulgados.

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