As motocicletas utilizadas para socorro rápido em horários de pico e emergências na metrópole, serão suspensas
Secretaria da Saúde - DF
As motocicletas utilizadas para socorro rápido em horários de pico e emergências na metrópole, serão suspensas

Após 8 anos de atuação na cidade de Campinas, interior de São Paulo, o deslocamento de motolâncias do  Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) será encerrado no dia 28 de fevereiro.

As motocicletas utilizadas para socorro rápido em horários de pico e emergências na metrópole, serão suspensas. Segundo a Rede Mario Gatti, a empresa responsável pela locação dos veículos não demonstrou interesse em renovar o contrato e não há fornecedores disponíveis para assumir.

O hospital informou que avalia um financiamento junto ao Ministério da Saúde para uma nova licitação, que poderia retomar os serviços das motolâncias, mas que não há previsão de quando isso ocorra.

Como fica o atendimento sem as motos?

Com o fim do contrato, os enfermeiros que atuavam nas motolâncias serão realocados para ambulâncias do SAMU. A Rede ressalta que a demanda das motocicletas serão atendidas pelas equipes já existentes.

A destinação dos gastos, antes usados com locação das motos, equipamentos e combustível, serão investidos no “fortalecimento e na melhoria do próprio SAMU” informou o Mário Gatti.

Em 2025, as motolâncias realizaram 954 atendimentos, que corresponde a 2,4% do total de ocorrências atendidas pelo SAMU, que totalizou 39.021 no ano.

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