falta de documentação, mau estado de conservação do veículo e falta de calçado correto foram as principais infrações de motociclistas neste 1º trimestre na metrópole
Divulgação Emdec
falta de documentação, mau estado de conservação do veículo e falta de calçado correto foram as principais infrações de motociclistas neste 1º trimestre na metrópole

Um levantamento do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) apontou que a falta de documentação, mau estado de conservação do veículo e falta de calçado correto foram as principais infrações de motociclistas neste 1º trimestre na cidade de Campinas, no estado de São Paulo.

Confira o ranking de infrações:

- Dirigir sem licenciamento: 234
- Conduzir veículo em mau estado de conservação: 195
- Dirigir sem habilitação: 175
- Falta de calçado correto: 109
- Ausência de equipamento obrigatório (espelho, luzes, velocímetro, buzina): 108

Entregadores de aplicativo

Muitas das condutas irregulares são cometidas por entregadores de aplicativos que, muitas vezes, são pressionados para cumprirem prazos e acabam colocando a segurança em segundo plano para atender condições impostas no trabalho.

De 2025 a 2026

Um balanço divulgado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), apontou que de 2025 a março de 2026, foram registradas 711 infrações por condutas de risco envolvendo motociclistas.

De todas as autuações, 431 foram por falta de capacete, enquanto 103 foram por manobras perigosas, como arrancadas bruscas, frenagens com deslizamento e exibições de risco. Além dessas, 177 registros envolveram malabarismos e equilíbrios em uma roda só, conhecido como a manobra de “empinar”.

Confira as infrações registradas por períodos

Arrancadas bruscas:
2025: 63
2026 (até março): 16

Derrapagens ou frenagens com deslizamento:
2025: 20
2026 (até março): 4

Malabarismos ou equilíbrio em uma roda:
2025: 155
2026 (até março): 22

Condução sem capacete:
2025: 211
2026 (até março): 68

Garupa sem capacete:
2025: 131
2026 (até março): 21

A Emdec informou que a identificação dessas infrações são feitas principalmente por agentes de trânsito, os chamados “flagrantes”. Mesmo quando não há abordagem direta, é necessário que o comportamento seja presenciado.

Muitos casos também envolvem placas adulteradas, ocultas ou sem identificação, o que dificulta a autuação dos condutores.

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